Métodos Anticoncepcionais

Métodos Anticoncepcionais

A prevenção da gestação não planejada é fundamental, principalmente para adolescentes e adultos jovens sexualmente ativos, que devem ser orientados precocemente, uma vez que a idade para início das relações sexuais está diminuindo cada vez mais, enquanto estão aumentando o número de adolescentes grávidas. Os métodos contraceptivos podem ser divididos didaticamente em: comportamentais, de barreira, dispositivo intra-uterino (DIU), métodos hormonais e cirúrgicos.

A escolha do método contraceptivo deve ser sempre personalizada levando-se em conta fatores como idade, números de filhos, compreensão e tolerância ao método, desejo de procriação futura e a presença de doenças crônicas que possam agravar-se com o uso de determinado método. Como todos os métodos têm suas limitações, é importante que saibamos quais são elas, para que eventualmente possamos optar por um dos métodos. Todavia, na orientação sobre os métodos anticoncepcionais deve ser destacada a necessidade da dupla proteção (contracepção e prevenção as DST e HIV/AIDS), mostrando a importância dos métodos de barreira, como os preservativos masculinos ou femininos.

A presença de condições clínicas associadas ao período reprodutivo frequentemente geram dúvidas sobre a utilização dos diferentes métodos anticoncepcionais, particularmente dos compostos hormonais. A interação entre o método indicado e a doença, pode, por vezes, ser sub ou superestimados, levando a conclusões equivocadas por parte de médicos e pacientes, refletindo diretamente na correta prescrição ou contraindicação dos anticoncepcionais. Deve-se, ainda, diante de situações clínicas específicas, considerar as diferentes formas de anticoncepção, incluindo a natureza dos hormônios, suas doses e vias de administração, onde o juízo clínico baseado em evidências científicas consistentes se torna elemento fundamental.

Na prática, algumas questões são pertinentes antes de se escolher o método anticoncepcional mais adequado a cada mulher:
• A condição clínica (ou doença) pré-existente pode ser iniciada pelo uso do anticoncepcional?
• Pode haver exacerbação da doença pré-existente?
• Existe contraindicação?
• Os benefícios superam claramente os riscos?
• A condição clínica pré-existente determina diferentes esquemas anticoncepcionais?

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